quinta-feira, 13 de novembro de 2008
.· Reality bends to desire ·.
Sometimes I feel a little frustrated (not to mention a lot) when some things that are not quite what I want happens. This is surely part of my astrological sing, even thought I don’t believe at all (but keep reading from time to time driven by curiosity).
I expect too much from things and people around and I not always correspond to others.
Yesterday was a fantastic day in my work. As usual I run around the clock and far beyond my schedule and duties ask me to, but this time was different. I was bloody tired and though I receive a huge complement from my boss. He talked about my growth in the last 3 years and how people from work and students correspond to it. I was kinda flattering but it was enough to shine the rest of my day.
To be totally honest I felt a little bit sad when I came home, alone, and remind myself that I had no one to share that great rather simple felling.
My intentions for the future might not be clear neither satisfactory, but I know what I want.
Reality bends to desire. I try to believe it. I try to execute it.
Today, checking strangers profiles I saw an interesting saying from Gandhi: “You need to be the change that you want to see in the world. Se it’s not now, when? If it’s not us, who?”
I want to choose my path. I don’t want anyone doing it for me.
My future is as bright as I want it to be.
I’ll follow my way, hoping not being alone along.
Motto: “ Reality bends to desire”
Próxima pauta: “Let’s get some friends”
terça-feira, 4 de novembro de 2008
.· From Beneath it devours ·.
The weekend I could broadly see what really gets me in relationships: Boundlessness.
I must say I’m a needy person in terns of commitment and when I feel things are getting right I almost certainly want to get to the next level.
Quick and painless. Sure not! Due to the same process which links me to the next step, there is another force responsible to quibble the situation so something can be done in order to fix it or improve.
Well, That’s in fact holds me from enjoying the process once my worriness is facing the future almost excluding the present situation.
The pseudo paradox prohibits me from moving along the relationship once i’m just concerned about the future which I’ll no longer have.
The circuit closes when the outcome is visible, and as an alternative to put things right the attachment becomes a strong way to solve the problem that increases according to the negative responses repulsing the two involved parts.
To make thins short, I get further trying to get closer.
Funny because I always jump into a relationship as the careless part and end up being the weak the most involved one. To protect myself from this kind of exposure I created a shield which gets stronger as I feel weakness from the other’s part. So I get farther, and consequentially safer, theorically.
In the preset moment I’m devouring myself inside out trying to understand the distancing even though he doesn’t see that way (or pretends that doesn’t).
As conclusion one step back due to put both in same pages is advisable, so be it. Kids in the closet, tears alone and coldness shall prevail.
I still want all the things I used to, but I don’t necessarily need to show them up. I’ll keep them hidden, in the same place that I am, hoping that someday someone can dig them out and make all my dreams, shallow or childish, girly or utopia, come true.
Motto: “ From beneath it devours”
Próxima pauta: “Namorar um leonino é...”
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
.· Inquilinismo social ·.
Hoje não sinto com gabarito para falar a respeito, mas vamos lá...
Analogia é o sistema mais simples para o entendimento e explicação de uma idéia. Como o próprio nome evidencia, também utilizarei de tão recurso para associar um comportamento generalizado na sociedade com o mesmo pertencente ao grupo de seres vivos considerados inferiores.
É fato, quando alguém precisa de ajuda tente a recorrer a outra pessoa mais forte ou mais apta a resolver a problemática. Como dizem: “é normal” particularmente odeio essa expressão, mas tenho que concordar em partes com ela. Devido a fraqueza de caráter e até mesmo comodidade tentemos a nos aproximas de pessoas que venham de alguma forma facilitar processos penosos em nossas vidas.
Em algum ponto de nossas vidas, em grande parte dos casos em todos, nos deparamos como membros dessa dicotomia. Parafraseando Eurythimics: Todos procuram por algo, alguns querem te usar outros serem usados”
A verdade é bem essa, o verbo também, alijado do ‘mutualismo’, pode oferecer catastróficas conseqüências.
Não estou aqui para falar disso, pelo contrário, o assunto que me interessa é o comportamento abusivo em seus diversos patamares de intensidade.
Os estudos de casos são inúmeros, mas alguns me chamaram a atenção em especial nos últimos meses.
1. o Sr. X, ao se mudar para uma nova cidade depende da moradia compartilhada do indivíduo Y, cuja reação pré-estabelecida pela sociedade o obriga a aceitar o amigo no tempo difícil, mesmo contra a vontade, fato qual Y utiliza de outros meios para extravasar a raiva/frustação da situação não desejável. Sr. X, apesar de evidenciar e ser alertado da situação, prefere acomodar-se devido a impossibilidade de reagir em relação a situação, fato q acarreta no aumento dos níveis de raiva/frustração de Y.
2. Sujeito K se aproxima interessadamente no sujeito J porque precisa de carona para a casa e consequentemente acaba por apoiá-lo mesmo discordando de seus argumentos simplesmente para não perder a carona.
Claro que não vou ser louco de colocar os nomes, mas são alguns dos inúmeros exemplos de inquilinismo social no qual chega a haver uma cumplicidade na qual um indivíduo abre mão de um fator para tirar proveito de algo maior. Pura lei da sobrevivência.
Não seria hipócrita em dizer que não me coloco nessa sociedade, pelo contrário, sou um exemplo vivo de multiplicidade inquilina. Engolimos vários sapos pelo comodismo. Facilmente abrimos mão de princípios para tirar uma maior vantagem nas situações. Ação e reação, num mundo cheio de aceitações e permissões que estruturam a aparente sólida máscara social.
Moral: “ Só não vendemos nossos princípios porque alugar é mais vantajoso”
Próxima pauta: “Teoria da inversabilidade relacional”
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
.· ... É MUITA caridade ·.
Aproveitando os embalos do fim de semana resolvi dar um update no flog e blog. Claro que tive uma inspiração. Mas vamos deixar isso como INterna. Hwhwhw
Sou membro de carteirinha da commu: ‘Namorado(a) é que nem moda...‘ (depois que passa e você vê as fotos nem acredita que saiu com aquilo). Graças ao bom deus, não é regra da minha vida, mas as exceções são suficientes para bancar o avestruz.
Hoje parei para refletir rapidamente sobre algumas bizarrices do passado, não me atrevo a fazer um top 10, mas alguns valem destaque. Como dizem que não demos cuspir no prato que comemos, vou colocar apenas os que não comi. Hwhwhw.
Obs: lancei todos no myheritage (www.myheritage.com.br) pra dar uma noção da situação.
Caso 1: Uma paixonete que já cheguei a chorar; apesar de ter 2 anos a menos que eu, ainda tem alguns dentes de leite na boca e rendeu mês passado o seguinte comentário. “você já quis ficar com AQUILO?”
Obs: conheço pelo menos mais 2 pessoas que pensam a mesma coisa.
Resultado: Björn Ulvaeus
Caso 2: Confissão: Já fui dispensado por um cara por ser gay. (sim é preciso ler mais que uma vez para entender... eu ainda não entendi. Hwhwhw)
Caso 3: eu já quis namorar um bruxo. Gatinho. Literalmente, mas devido a uma convenção de bruxos em são paulo, não pudemos nos encontrar e acabei voltando para um ex. (que por sinal deveria ter lugar cativo nessa lista!)
Resultado: mistura de Tom Cruise com Zach Braff.
Caso 4: Uma mistura de Nerso da Capitinga com cruz-credo. Ex-amigo foi me cumprimentar na balada com uma lambida na orelha. Virou a cara comigo porque não quis ficar com ele (detalhe, não fazia 1 semana que meu ex tinha terminado comigo).
Resultado: eu até tentei aquele Myheritage nele, mas deu ‘impossível detectar o rosto’. Vai vendo...
Caso 5: Um baita Don Ruan: quase me conquistou recitando Shakespeare ao som do violino... só não conseguiu porque utilizava a mesma tática com um dos meus melhores amigos, ao mesmo tempo... (das zilhões de mentiras que contou, só foram superadas pelas mentiras de um ex.ladrão que tive que deveria estar no TOP 3 dessa lista).
(In)felizmente a lista não para por aí... e ainda fica mais cômica a cada vez que paro para pensar...
Moral: “ Ex-qualquer-coisa é que nem moda: ddepois que passa e você vê as fotos nem acredita que saiu com aquilo!”
Próxima pauta: “Inquilinismo social”
segunda-feira, 7 de julho de 2008
.· Bonzinho só se fode ·.
O título diz tudo. Quem acha que não, vai falar com o metalúrgico que foi espancado só porque denunciou uma roda de crack no banheiro da boate, ele já saiu do coma enquanto que seus agressores respondem em liberdade. Liberdade dada a esmagadora criminalidade que assola por todos os lugares. Em nossas casas, em nossos escritórios, nas ruas, à noite, de dia.
Vamos listar alguns exemplos simples que presenciamos DIARIAMENTE e, como a quase totalidade, permanecemos inertes.
- Escola: quem nunca colou ou passou cola na vida? Agora expanda isso para concursos públicos, informações sigilosas. Será que Catiola passava ‘cola’ também?
- Trabalho: quem nunca imprimiu um documento pessoal no serviço ou utilizou do telefone da empresa ou internet por motivos pessoais? Agora expanda isso para as esferas do governo. Se eu posso usar do dinheiro da empresa para meus interesses por que os políticos não podem fazer o mesmo?
- Família: quem nunca mentiu para os pais para sair com os amigos? Agora expanda isso para a sociedade. Se eu posso quebrar as regras de casa, por que devo seguir as leis da sociedade? Posso sair impune se fizer ‘direito’.
Tive essa conversa a pouco:
[...]
- Tem que saber a hora de ser bonzinho e a hora de ser esperto
Eu: Espero no Brasil é sinônimo de malandro.
- Não diria malandro, mas tem que ter bastante malícia
Eu: Malícia não é substantivo de malicioso?
- Sim
Re: ...e malicioso não é aquele que causa o mal através da enganação?
[...]
Pessoalmente acho dramaticamente cômico como os valores sociais vão de remodelando em paralelo ao oportunismo.
No meu universo vejo:
- Vejo a mim sendo ‘passado a perna’ por pessoas que possuem comportamento ético e moral socialmente discutíveis.
- Vejo pessoas próximas presas em micro-universos sociais se preocupando com seus umbigos ou umbigos de desconhecidos.
- Vejo que a esperteza maliciosa supera a simplicidade e bondade.
O que posso dizer: Bem vindo a nova era! Mas ainda bato de frente o antigo ditado ‘se não pode vencê-los, junte-se a eles’.
Moral: “Bonzinho só se fode!”
Próxima pauta: “Inquilinismo social”
quinta-feira, 1 de maio de 2008
.· Madruga no Msn ·.
Bra-USA
- Chegou a sair ou não... ficou em ksa msm?
- Super, conheço já 5 filas de balada em bh
- que foda!
- pelo menos as fodas salvaram
- ele te fudeu em todos os sentidos...
- nesse fds prefiro escolher os sentidos...
No Sexshop virtual
- CINTO DE CASTIDADE MASCULINO: vc vai ganhar de 2 meses de namoro
- oi?
- LOVE SWING. Já super quero na minha varanda!
- q td!
- SEPARADOR PARA LÁBIOS VAGINAIS. Quer um?
- que site é esse gente?
- CHICOTE TIRAS COM CABO DE PÊNIS VERMELHO
- morri
- SEPARADOR DE PERNAS: estou rolando de rir...
Do outro lado do rio - II
- olha lah no blog
- tá evoluindo... antes era coca light
- eu detesto coca light, sempre detestei. tomava pq nao tinha opção
- loira!
Do outro lado do rio - II
- **** vem dormir comigo
- use camisinha
- não, NÃO!!!
- Ok, mas não deixa gozar dentro
Moral: “Pra que dormir?”
Próxima pauta: “Amigos de segundo grau”
terça-feira, 29 de abril de 2008
.· Falem bem, falem mal, mas não falem de mim ·.
Tenho uma certa pessoa, que gosta de me classificar como amigo, que utiliza de certo artifício para se socializar com as outras pessoas. Aproveito para comentar que nosso relacionamento começou justamente devido a uma outra ‘fofoca alheia’, mas enfim.. Essa pessoa utiliza de fatos que descobre fuçando meus orkuts, blogs e flogs, ou até mesmo em conversas que supostamente seriam confidenciais para atrair pessoas em seu convívio. Imagine o grau de atenção que essa pessoa recebeu quando revelou para meio mundo sobre meus namoros. Em certo ponto eu até sinto um pouco de pena. O que seria dessa pessoa se eu não existisse? (fui irônico).
O fato é: como é engraçado tal comportamento. Falar dos outros, bem ou mal, virou uma tradição universal. Sentamos na hora do almoço na copa para falar mal de nossos chefes, nos reunimos na mesinha do café para comentar sobre aquele colega de trabalho folgado, da outra grávida solteira, da outra casada chifrada e assim vai. Somos movidos a novidades inúteis, buscamos saber mais para dividir com outros sobre coisas que não tem de fato interesse a ninguém. ARede TV funciona a fofoca, tamanho foi meu espanto ao passar pela sala as 7h da manhã e ouvir que tão cedo já havia fofocas e só acabam depois da bisca da Luciana tarde da noite...
Sem dúvidas esse foi o ápice da globalização. Não conseguimos viver sem os outros, não porque precisamos deles, mas precisamos saber sobre eles; inutilmente.
Moral: “se eu contar um segredo você promete contar para alguém?”
Próxima pauta: “Amigos de segundo grau”